Ele disse que ia lá ter mas para fazermos o que fosse preciso para abrir a porta.
Eu perguntei: O que for preciso, mesmo?
Ele responde: Se tiver de se partir, que parta!
E assim foi! Comecei o dia ao pontapé. A abrir caminho de pé em riste! Ele ficou finalmente livre e eu com a agradável sensação que só se consegue obter ao mandar uma porta abaixo.

Nota: A porta não ficou completamente arruinada. Vai ser sujeita a um transplante de fechadura e após algum repouso pode voltar à sua vida.
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